- Ou Deus ou eu! – esse era o meu dilema crucial que eu estava enfrentando como uma recém-nascida de apenas cinco dias como cristã, sem nenhuma vivencia anterior de igreja. O que você faz quando o seu marido apresenta a você um ultimato tão surpreendente?
Para onde você vai a fim de encontrar tal resposta que é esperada imediatamente?
Essa resposta foi a minha primeira experiência de uma dependência total de Deus, o Deus que eu havia conhecido apenas algumas noites antes em uma reunião de senhoras. A resposta que eu precisava não veio de uma voz estrondosa ou de forma silenciosa. Ela também não surgiu através de alguma lembrança tirada das Escrituras – até porque eu não conhecia nenhuma. Ao contrário, na minha mente surgiu um verso de um hino que eu havia cantado muitos anos atrás na escola: “Santo, Santo, Santo! Deus Onipotente (...)”. Então eu pensei comigo mesma: - Se Deus é tão santo e tão onipotente quanto esse hino diz que Ele é, então Bill nunca irá mudar Deus, mas Deus pode transformar o Bill! Aí eu tomei a minha decisão e a apresentei ao Bill da maneira mais delicada que eu consegui. Esse foi o começo de um tempo de grandes pressões e discórdias, mas um tempo de um aprendizado incrível do próprio Deus na escola do Espírito Santo.